Conta-me histórias de tempos
A que eu gostaria de voltar
Tenho saudades de momentos
Que nunca mais vou encontrar!
Algo que diz tanto da minha situação actual!
Gostava tanto de voltar atrás nos segundos, mas não e possivel. Por vezes sinto-me mal, sinto-me sem amigos, sinto-me num cano de esgoto. À pessoas que me conseguem por mesmo mal, dizendo que não respeito ninguém como se me conhecessem a muitos anos, e sem conhecer um pouco da minha pessoa, apenas viram um pouco de mim num ano, e já dizem coisas sem me conhecer. Atrufio no meu canto com isto, sei que tenho de ser superior mas às vezes dói, à uma seríe de atitudes que já começam a passar dos limites. Quero voltar ao passado e mudar o que fiz de mal, eu sou apenas uma simples pessoa, sem querer fama, nem dar nas vistas, sou apenas Eu! Quero apenas ViVER!
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Chove
Lá fora Chove.
As gotas de água caem das nuvens cinzentas que tornam o céu escuro. Mas porque e que as nuvens choram? Ou não serão as nuvens? Sei lá. Neste panorama triste escrevo estas poucas palavras que me restam destes momentos da minha vida. Começou a chover cada vez mais, mas lá fora cai e passado pouco tempo pára, mas aqui dentro, nestas paredes brancas já começou à muito e ainda não parou.[de chover]
Lá foro o ventro soprade mansinho e depois de acabar de chover, este empurra a água transformando-a em enxurrada que será transportada para longe daqui. Aqui onde estou sentado não há vento mas sinto-me abalado por algo, a chuva não se transforma em enxurrada e não pára de cair, logo não sai daqui.
Aqui tudo corre mal, de tanto chover, um certo vidro partiu-se em pedaços, também secalhar foi por minha culpa. Não fechei a perciana a tempo, e de repente surgiu uma pedra a voar e [Pow] partiu a vidraça.
Devido a esse vidro fiquei um pouco desorientado, não sei o que hei-de fazer para encontrar o caminho, mas alguma coisa se há-de arranjar. Entretanto vou pensando.
As gotas de água caem das nuvens cinzentas que tornam o céu escuro. Mas porque e que as nuvens choram? Ou não serão as nuvens? Sei lá. Neste panorama triste escrevo estas poucas palavras que me restam destes momentos da minha vida. Começou a chover cada vez mais, mas lá fora cai e passado pouco tempo pára, mas aqui dentro, nestas paredes brancas já começou à muito e ainda não parou.[de chover]
Lá foro o ventro soprade mansinho e depois de acabar de chover, este empurra a água transformando-a em enxurrada que será transportada para longe daqui. Aqui onde estou sentado não há vento mas sinto-me abalado por algo, a chuva não se transforma em enxurrada e não pára de cair, logo não sai daqui.
Aqui tudo corre mal, de tanto chover, um certo vidro partiu-se em pedaços, também secalhar foi por minha culpa. Não fechei a perciana a tempo, e de repente surgiu uma pedra a voar e [Pow] partiu a vidraça.
Devido a esse vidro fiquei um pouco desorientado, não sei o que hei-de fazer para encontrar o caminho, mas alguma coisa se há-de arranjar. Entretanto vou pensando.
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