Gelado por dentro, transpareço uma sombra bem escura, um olhar fixo no escuro de uma vida cheia de coisas ruins; desculpa atras de desculpa, uma hesitaçao atras de outra hesitaçao, perco-me em lágrimas deste ser humano que está frio por dentro. O meu coração parece um cubo de gelo que boia sem encontrar rumo neste mar infinito de marés que parecem nunca mais ter fim.
Por fim uma palavra: Desculpa, outra vez.
sexta-feira, 14 de maio de 2010
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