segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Chove

Lá fora Chove.
As gotas de água caem das nuvens cinzentas que tornam o céu escuro. Mas porque e que as nuvens choram? Ou não serão as nuvens? Sei lá. Neste panorama triste escrevo estas poucas palavras que me restam destes momentos da minha vida. Começou a chover cada vez mais, mas lá fora cai e passado pouco tempo pára, mas aqui dentro, nestas paredes brancas já começou à muito e ainda não parou.[de chover]
Lá foro o ventro soprade mansinho e depois de acabar de chover, este empurra a água transformando-a em enxurrada que será transportada para longe daqui. Aqui onde estou sentado não há vento mas sinto-me abalado por algo, a chuva não se transforma em enxurrada e não pára de cair, logo não sai daqui.
Aqui tudo corre mal, de tanto chover, um certo vidro partiu-se em pedaços, também secalhar foi por minha culpa. Não fechei a perciana a tempo, e de repente surgiu uma pedra a voar e [Pow] partiu a vidraça.
Devido a esse vidro fiquei um pouco desorientado, não sei o que hei-de fazer para encontrar o caminho, mas alguma coisa se há-de arranjar. Entretanto vou pensando.

3 comentários:

  1. Quem sabe se o vidro partido não tem solução... e o tempo não volta atras!

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  2. pois...nao volta atras,o mundo é assim.. mas talvez com certos erros, e certas atitudes possamos encarar, novas situçaoes de forma diferente, e agir de forma a evitar que desejemos o tempo recue ...

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  3. A chuva é grande conselheira... A chuva leva-nos para o que mais sentimos falta....

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